2013 foi um ano ruim para quem investiu na Previdência Privada

10 de janeiro de 2014 – Fonte: DS Campinas/Jundiaí via Portal dos Auditores Fiscais.

Foto: Elembis/Wikipédia.

Foto: Elembis/Wikipédia.

Reportagem publicada no Jornal Valor Econômico na edição desta quinta-feira, dia 9, revela que o ano de 2013 foi turbulento para quem investiu em planos e Previdência Privada. Contrariando o cenário montado pela propaganda do setor, que mostra um mundo de tranquilidade e bem estar, a reportagem alerta que quem imaginou os investimentos do gênero como um caminho zen, de rentabilidade continuamente crescente, levou um susto.

De acordo com os dados apresentados pelo jornal, “em 2013, conforme revela o balanço realizado com 727 fundos pelas consultorias NetQuant e Towers Watson, todos os segmentos da previdência aberta perderam de goleada para o Certificado de Depósito Interfinaneiro, o CDI, principal referência de retorno da renda fixa, que rendeu 8,06% no ano passado, e até mesmo da poupança, com 5,85% de ganho líquido”.

Ainda de acordo com a reportagem, “os resultados ruins em 2013 espelharam, entre os principais fatores, o ciclo de alta de juros combinado ao movimento de alongamento de prazos médios das carteiras de previdência”.

O cenário apontado pela reportagem do jornal Valor Econômico mostra como os Planos de Previdência Privada estão longe de constituir uma aposentadoria tranquila para seus investidores. Ao contrário do conceito de previdência, na verdade trata-se de mais uma modalidade de aplicação no mercado financeiro, com todos os riscos inerentes a este tipo de operação.

É neste contexto que está inserido o FUNPRESP (Fundo de Previdência do Servidores Públicos) aprovado em 2012. Como alertávamos à época, a aposentadoria dos novos servidores corre sério risco.

Veja o link da reportagem (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal Valor): http://www.valor.com.br/financas/3389186/choque-na-previdencia